Práticas de manejo restauram carbono, melhoram resistência do solo ao clima e reduzem custos com fertilizantes
A recarbonização do solo surge como aliada da agricultura sustentável ao restaurar o carbono orgânico perdido com a conversão de áreas nativas em lavouras e pastagens. Práticas como plantio direto, diversificação de culturas e cobertura permanente ajudam a recuperar a fertilidade, aumentar a resiliência climática e reduzir custos com fertilizantes.
Estudo da Embrapa, publicado na revista Nature Communications, aponta déficit de 1,4 bilhão de toneladas de carbono nos solos brasileiros após a conversão de vegetação nativa. A adoção de sistemas produtivos sustentáveis pode mitigar essas perdas, especialmente nos primeiros anos após o desmatamento.