O problema é que a bronca europeia não gira só em torno de antibiótico. Os gringos querem rastreabilidade individual dos animais, segregação das cadeias e comprovação sanitária praticamente em tempo real, com um histórico completo da vida dos animais. Não basta dizer que faz certo, tem que mostrar recibo, protocolo e quase o boletim escolar do boi. E aí entra o maior gargalo brasileiro, principalmente na pecuária bovina, já que um mesmo animal pode passar por várias fazendas até chegar ao frigorífico e esse mochilão por pastos diferentes dá uma complicada na rastreabilidade.